Visita técnica do Núcleo da Mulher Empresária amplia aprendizados sobre gestão.

Núcleo da Mulher Empresária da ACIG visitou a Sicredi para conhecer processos, trocar experiências e ampliar perspectivas sobre gestão e negócios.

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Conhecer outras organizações, observar diferentes formas de trabalhar e trocar experiências são oportunidades para também olhar de uma nova maneira para o próprio negócio. Com essa proposta, o Núcleo da Mulher Empresária da Associação Empresarial de Gaspar (ACIG) realizou, no dia 19 de agosto de 2026, uma visita técnica à Sicredi.

A atividade reuniu integrantes do Núcleo para uma manhã dedicada ao conhecimento, à conexão e ao desenvolvimento empresarial. Durante a programação, as participantes puderam conhecer diferentes setores da cooperativa, compreender como as áreas se relacionam e observar práticas e processos adotados pela organização.

A visita técnica do Núcleo da Mulher Empresária teve ainda a participação de representantes da Sicredi, entre eles o presidente da Cooperativa Sicredi de Itapema, José Domingos de Andrade.

Mais do que conhecer uma nova estrutura organizacional, a experiência proporcionou reflexões sobre gestão, integração, adaptação e aprendizado contínuo. Afinal, observar como outras organizações enfrentam seus desafios também pode abrir novas possibilidades para quem empreende.

Conhecer outras organizações para repensar o próprio negócio

Cada empresa possui sua própria realidade, cultura, estrutura e maneira de trabalhar. Entretanto, isso não significa que empresários precisem buscar respostas apenas dentro de suas próprias organizações.

Durante a visita, as integrantes do Núcleo da Mulher Empresária conheceram como funcionam diferentes setores da Sicredi e como essas áreas se conectam dentro da estrutura da cooperativa.

A experiência permitiu observar processos e compreender como diferentes atividades precisam trabalhar de forma integrada para contribuir com o funcionamento da organização.

Consequentemente, esse contato também estimulou um exercício importante: olhar para essas práticas e refletir sobre a própria empresa.

Ao conhecer diferentes formas de organizar processos e integrar equipes, as participantes puderam ampliar suas perspectivas e identificar aprendizados que podem servir como referência para suas próprias realidades empresariais.

Não se trata de reproduzir modelos, mas de ampliar repertório para encontrar novas possibilidades.

Gestão também se desenvolve por meio da troca de experiências

Um dos objetivos da visita técnica foi justamente proporcionar uma experiência de aprendizado que ultrapassasse a teoria.

Ao entrar em contato com a realidade de outra organização, as empresárias puderam conhecer práticas, fazer observações e trocar experiências com os representantes da cooperativa.

Essa aproximação é especialmente relevante porque muitos dos desafios encontrados no ambiente empresarial passam por questões semelhantes: organização, pessoas, processos, comunicação e capacidade de adaptação.

Ainda que cada negócio encontre respostas diferentes para essas questões, conhecer outras experiências contribui para que empresários analisem seus próprios processos com novos olhares.

Nesse sentido, as visitas técnicas promovidas pelo Núcleo se tornam espaços de desenvolvimento empresarial e construção coletiva de conhecimento.

Integração entre setores também gera aprendizados

Outro aspecto observado pelas participantes foi a conexão existente entre as diferentes áreas da organização visitada.

Uma empresa não é formada por setores independentes. Pelo contrário, os resultados dependem da capacidade das áreas de se comunicarem, organizarem seus processos e compreenderem como suas atividades se relacionam com o todo.

Por isso, conhecer o funcionamento de diferentes setores da Sicredi também possibilitou às empresárias refletirem sobre como essa integração acontece dentro de seus próprios negócios.

A visita, portanto, não esteve restrita à observação de uma estrutura empresarial. Ela serviu como ponto de partida para questionamentos sobre organização, gestão e possibilidades de melhoria.

Esse movimento de observar, refletir e adaptar é parte importante do desenvolvimento de qualquer negócio.

A capacidade de adaptação no empreendedorismo

Entre as reflexões proporcionadas pela experiência, uma delas foi representada pela relação entre o carvalho e o bambu.

Enquanto o carvalho remete à força e à rigidez, o bambu representa a capacidade de se curvar, adaptar-se às circunstâncias e continuar crescendo.

No universo empresarial, essa reflexão ganha um significado importante.

Empreender exige consistência, mas também abertura para mudanças. Nem sempre as respostas utilizadas no passado serão suficientes para os desafios do presente. Da mesma forma, nenhuma empresária precisa ter todas as respostas para continuar avançando.

É necessário observar, aprender, testar novas possibilidades e, quando necessário, mudar.

Assim, a capacidade de adaptação não representa falta de direção. Ao contrário, pode ser uma forma de continuar avançando mesmo diante de novos cenários.

“Não somos perfeitos, mas estamos sempre atrás da excelência”

Uma frase compartilhada durante a experiência sintetiza parte importante do aprendizado proporcionado pela visita:

“Não somos perfeitos, mas estamos sempre atrás da excelência.”

A mensagem dialoga diretamente com a proposta da atividade.

Buscar excelência não significa acreditar que uma organização não possui aspectos a melhorar. Significa justamente reconhecer que sempre existem novos conhecimentos, práticas e perspectivas capazes de contribuir para sua evolução.

Para as empresárias participantes, conhecer outra organização também representou uma oportunidade de identificar questionamentos sobre seus próprios negócios.

O que podemos melhorar? Como nossos setores se relacionam? Existem processos que poderiam ser revistos? O que outras experiências podem nos ensinar?

Perguntas como essas mantêm as empresas em movimento e fortalecem uma postura de aprendizado contínuo.

Núcleo da Mulher Empresária promove conexões e desenvolvimento

O Núcleo da Mulher Empresária da ACIG é multissetorial e reúne empresárias, intraempreendedoras, executivas e profissionais liberais.

Sua proposta é criar oportunidades para que mulheres com diferentes experiências e áreas de atuação possam estabelecer conexões, compartilhar conhecimentos e desenvolver novas habilidades.

Nesse contexto, as visitas técnicas complementam outras atividades promovidas pelo grupo ao proporcionar contato direto com diferentes realidades organizacionais.

Além disso, cada participante pode levar os aprendizados obtidos nesses momentos para dentro de sua própria empresa, multiplicando o conhecimento e ampliando o impacto da iniciativa.

Dessa forma, o desenvolvimento individual também contribui para fortalecer os negócios e a própria comunidade empresarial.

Aprender, adaptar e continuar evoluindo

A visita técnica realizada na Sicredi reforçou uma mensagem que acompanha a trajetória de qualquer empreendimento: empresas estão em constante construção.

Processos podem evoluir, equipes podem encontrar novas maneiras de trabalhar e gestores podem ampliar sua visão a partir do contato com experiências diferentes das suas.

Ao proporcionar esse encontro, o Núcleo da Mulher Empresária da ACIG criou mais uma oportunidade para que suas integrantes saíssem da rotina de seus próprios negócios e observassem outras práticas, estruturas e possibilidades.

Mais do que buscar modelos prontos, a experiência incentivou uma postura de curiosidade e desenvolvimento contínuo.

Porque crescer também significa reconhecer que não precisamos saber tudo. Precisamos estar dispostas a aprender, adaptar, compartilhar e continuar buscando maneiras de fazer cada vez melhor.

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