ACIG Gaspar apoia posicionamento da Abit em defesa da indústria nacional e da concorrência justa

Entidade reforça apoio a medidas que protejam o setor produtivo e garantam equilíbrio para quem empreende no país.

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ACIG Gaspar apoia posicionamento da Abit em defesa da indústria nacional e da concorrência justa

A Associação Empresarial de Gaspar (ACIG) manifesta apoio ao posicionamento da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) diante da decisão anunciada pelo governo federal de extinguir a tributação sobre compras internacionais de até US$ 50, medida popularmente conhecida como “taxa das blusinhas”.

Ao se somar a essa manifestação, a ACIG reforça sua preocupação com os impactos que esse tipo de decisão pode gerar sobre a indústria nacional, o varejo formal, a geração de empregos e o equilíbrio competitivo entre empresas brasileiras e plataformas internacionais. Mais do que uma pauta setorial, trata-se de uma discussão que envolve desenvolvimento econômico, previsibilidade para quem empreende e respeito a quem produz sob as regras do mercado nacional.

 

Uma medida que amplia a desigualdade competitiva

O principal ponto de preocupação levantado pela Abit e apoiado pela ACIG é o aumento da desigualdade tributária e regulatória entre empresas instaladas no Brasil e concorrentes internacionais.

Enquanto empresas brasileiras seguem arcando com uma estrutura complexa de tributos, juros elevados, custos logísticos, exigências trabalhistas, ambientais e regulatórias, a flexibilização para produtos importados de baixo valor cria uma condição ainda mais desigual de disputa no mercado. Na prática, isso afeta diretamente quem investe, gera empregos, movimenta a economia formal e sustenta cadeias produtivas no país.

A ACIG entende que qualquer decisão com impacto sobre a competitividade nacional deve considerar, de forma equilibrada, os reflexos sobre o setor produtivo, especialmente em segmentos relevantes para a economia brasileira e regional.

 

Defesa da indústria nacional e do emprego formal

A indústria e o varejo nacionais têm papel essencial na oferta de produtos acessíveis, na geração de renda e na manutenção de milhões de empregos formais em todo o Brasil. No caso da cadeia têxtil e de confecção, trata-se de um setor historicamente relevante, com forte presença em diversos municípios e grande capacidade de movimentação econômica.

Ao apoiar a nota da Abit, a ACIG reafirma a importância de valorizar quem produz no país, opera dentro da legalidade, investe em inovação, cumpre obrigações e mantém postos de trabalho formais. Quando o ambiente competitivo se torna desequilibrado, os efeitos não recaem apenas sobre as empresas, mas também sobre trabalhadores, famílias, municípios e toda a dinâmica econômica que depende da atividade empresarial.

Essa é uma pauta que dialoga diretamente com a missão das entidades representativas: defender condições mais justas para quem empreende e contribuir para um ambiente de negócios mais saudável e sustentável.

 

Um tema que vai além do setor têxtil

Embora a manifestação parta da Abit, a discussão levanta um alerta mais amplo sobre os rumos da competitividade brasileira. O tema envolve a necessidade de políticas que fortaleçam a produção nacional, estimulem investimentos e criem condições para que as empresas brasileiras possam competir de forma mais equilibrada.

Para a ACIG, o desenvolvimento econômico passa pelo fortalecimento do setor produtivo, pela valorização de quem gera empregos e pela construção de um cenário em que as empresas tenham condições reais de crescer, inovar e contribuir para o progresso local e nacional.

Nesse contexto, apoiar o posicionamento da Abit também é reconhecer a importância da atuação articulada entre entidades que representam diferentes segmentos, mas compartilham a mesma preocupação com o futuro da economia brasileira.

 

Representatividade em defesa do ambiente de negócios

Ao assumir publicamente seu apoio, a ACIG reforça seu papel como entidade comprometida com a representatividade empresarial e com a defesa de pautas que impactam o ambiente de negócios.

O associativismo se fortalece justamente quando entidades se unem em torno de temas estratégicos, levando adiante discussões que não dizem respeito apenas a um setor isolado, mas ao conjunto de condições necessárias para empreender, investir e gerar desenvolvimento.

A posição da ACIG está alinhada à defesa da concorrência justa, do emprego formal, da produção nacional e de um modelo de crescimento que valorize quem constrói oportunidades no Brasil todos os dias.

 

Fortalecer quem produz é fortalecer o desenvolvimento

A ACIG entende que o Brasil precisa avançar em políticas que ampliem sua competitividade, incentivem a indústria, promovam equilíbrio tributário e valorizem os setores que geram impacto real na economia.

Decisões que aprofundam a desigualdade competitiva fragilizam empresas, desestimulam investimentos e comprometem cadeias produtivas que há décadas contribuem para o desenvolvimento do país. Por isso, a entidade se posiciona ao lado da Abit na defesa de um ambiente econômico mais justo, previsível e favorável ao crescimento sustentável.

Mais do que um apoio institucional, trata-se de uma reafirmação de princípios: defender quem produz, quem emprega e quem ajuda a mover a economia é também defender o futuro do desenvolvimento regional e nacional.

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